Dia da Mundial da Música

Hoje é o dia mundial da música e nada melhor do que uma listinha com alguns dos filmes musicais que mais gosto, bem como as que são consideradas por muitos como as melhores obras do gênero já produzidas. Para falar a verdade não sou chegada em musicais, deve ser um dos últimos gêneros na minha escala de preferências, embora alguns dos presentes na lista tenham uma grande importância pessoal. Devido ao novo formato do blog, decidi dividir a postagem em 2 partes, onde a 1ª terá apenas filmes produzidos entre as décadas de 1950 e 1970 e a 2ª com musicais mais recentes, dos anos 2000. Assim, não ficará um post muito longo.

Update: No meio da pesquisa, uma coisa acabou puxando a outra e decidi fazer também uma 3ª parte em um especial que já uso desde o início do blog, com 1 série, 1 livro, 1 anime e 1 jogo que apresentam a música de forma significativa em seus desenvolvimentos. Os posts sobre o dia da toalha também foram divididos em 3 partes (confira: parte I, parte II e parte III); a diferença aqui é que sairá apenas uma parte por dia. Assim, teremos postagens sobre o dia mundial da música hoje, amanhã e domingo! Não perca!

O Rei e Eu  (1952) 

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“O filme conta a história verídica de Anna Leonowens (Deborah Kerr), que na década de 1860 viajou com seu filho Louis para o Sião (atual Tailândia), para ser tutora e professora dos filhos do rei Mongkut (Yul Brynner). Apesar de no princípio haver um certo choque de culturas e hábitos, eles acabam por se aceitarem em sua diversidade. Com muito humor, coreografias e músicas lindas e contagiantes, se tornou um clássico no mundo todo.” O Rei e Eu foi indicado ao Oscar nas categorias de melhor filme, diretor, atriz (Deborah Kerr), fotografia e venceu nas categorias melhor ator (Yul Brynner), direção de arte, trilha sonora e figurino. É um filme belíssimo!

Amor, Sublime Amor (1961)

Disponível na Netflix

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“Baseado do musical da Broadway lançado em 1957, Amor, Sublime Amor é uma adaptação livre de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, ambietado na década de 1950. O filme apresenta Tony (Richard Beymer), antigo líder da gangue de brancos anglo-saxônicos chamados de Jets, apaixonado por María (Natalie Wood), irmã do líder da gangue rival, os Sharks, formada por imigrantes porto-riquenhos. O amor do casal protagonista floresce entre o ódio e a briga das duas gangues e seus códigos de honras, tal qual a desavença histórica entre os Capuletto e os Montechio mostrada na tragédia de Shakespeare”. Conquistou Oscar em 10 categorias: filme, diretor, ator coadjuvante (George Chakiris), atriz coadjuvante (Rita Moreno), direção de arte, fotografia, figurino, edição, som e trilha sonora, tendo sido indicado ainda para melhor roteiro adaptado.

Mary Poppins (1964)

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Hoje também é o aniversário da maravilhosa Julie Andrews, que completa 81 anos! Após ganhar o Oscar de melhor atriz pela sua atuação em Mary Poppins (sua estreia no cinema; ela é também a única atriz a ter vencido um Oscar pela atuação num filme de Walt Disney) , Julie estrelou outro grande sucesso musical: A Noviça Rebelde (1965), que lhe garantiu sua 2ª indicação ao OscarMary Poppins  se passa em Londres em 1910, onde vive o banqueiro Mr. Banks (David Tomlinson), um homem frio que trata com rigidez seus filhos Jane (Karen Dotrice) e Michael (Matthew Garber). Ele não consegue contratar uma babá, pois elas sempre desistem do emprego. Numa noite, enquanto redige com sua esposa um anúncio de jornal procurando uma babá,  Jane aparece com uma carta mostrando como seria uma babá perfeita. Esta carta acaba chegando nas mãos de Mary Poppins (Julie Andrews), que é tudo aquilo que é descrito e desejado pelas crianças . A srta. Poppins possui poderes mágicos e, com seu amigo faz-tudo Bert (Dick Van Dyke), transforma a vida daquela família, com muita música, magia e diversão.” Baseado nos livros de P.L. Travers, Mary Poppins marcou minha  infância, é o meu filme preferido da lista e eu juro que consigo falar supercalifragilisticexpialidocious rapidamente sem gaguejar!

 The Rocky Horror Picture Show (1975)

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“A produção é uma homenagem parodiada de filmes B de ficção científica e horror da década de 1930 até o início dos anos 1970. A história gira em torno de um jovem casal de noivos, Brad Majors (Barry Bostwick)e Janet Weiss (Susan Sarandon), cujo carro quebra durante uma tempestade perto de um castelo onde eles procuram um telefone para pedir ajuda. O castelo é ocupado por estranhos com trajes elaborados que estão a celebrar uma convenção anual. Eles descobrem que o chefe da casa é Frank N. Furter (Tim Curry), um cientista louco que, na verdade, é um travesti alienígena que cria um homem musculoso em seu laboratório. O casal é seduzido separadamente pelo cientista e, posteriormente, liberado pelos servos.” Clássico cult, The Rocky Hhorror Picture Show vai entrar no catálogo da Netflix no dia 07 de outubro.

Grease (1978)

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“É inspirado em um musical homônimo com participação do próprio John Travolta em 1971, passado na Califórnia no final da década de 1950 e começo da década de 1960 . O filme conta a historia de um casal de estudantes, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), que trocam juras de amor no verão mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Para fazer tipo, ele infantilmente a esnoba, mas os dois continuam apaixonados, apesar do relacionamento ter ficado em crise. Esta trama serve como plano de fundo para retratar o comportamento dos jovens da época.” Indicado ao Oscar de melhor canção original – Hopelessly Devoted to You. Outro que filme que marcou minha infância, tanto pelas canções quanto por sempre assistir com minha avó ou minha mãe. Que saudade!

BÔNUS:

Cantando na Chuva (1952)

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“Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decididos a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.” O filme se passa nos anos 1920, durante a transição do cinema mudo para o cinema falado em Hollywood. Com uma das cenas mais antológicas da história do cinema, o roteiro de Cantando na Chuva só foi escrito  após a escolha das canções. Considerado por muitos o maior musical de todos os tempos, Cantando na Chuva é uma das obras mais injustiçadas pelo Oscar, só tendo concorrido em duas categorias (ator coadjuvante – Jean Hagen e trilha sonora), sem no entanto vencer nenhuma.

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 Parte II 

Um bom dia da música pra você!

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4 comentários sobre “Dia da Mundial da Música

  1. Pingback: Amor, Sublime Amor
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